Slogan, a gente vê por aqui (parte 3) – Quando o “não” é positivo

David Ogilvy defendia a teoria de que a palavra “não” em títulos e em slogans influencia ao negativo. Já Washington Olivetto discorda. Bem, os dois opinaram em épocas diferentes. Pode ser que o uso de palavras negativas tenha se tornado mais receptiva.

A questão é que, em pleno século 21, o “não” é bem-vindo. Claro que o redator deve ter consciência de qual é o público e quem é o anunciante, pois isso é que determinará se será recebido negativa ou positivamente.

Um exemplo de uso bem feito da palavra “não” é o slogan da Folha: “Não dá pra não ler”. Por falta de um, tem dois nãos. Vamos ao público: classe ABC, que buscam informações e têm o hábito de ler. Quem lê conhece melhor o vocabulário, por conseguinte compreende facilmente o slogan da Folha.

Outro exemplo: “Brastemp. Não tem comparação”. Para se compreender positivamente esse slogan não é necessário ser nenhum leitor erudita. Basta saber o português para entender a mensagem do slogan.

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3 pensamentos sobre “Slogan, a gente vê por aqui (parte 3) – Quando o “não” é positivo

  1. Aline, a palavra “benvindo”, junto, é um substantivo. O certo, mesmo com a correção ortográfica, é “Bem-vindo”.

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  2. Sim, só para que fique registrado: eu adoro teu blog. Acompanho sempre. Tuas análises sempre me acrescentam novas informações. Parabéns!

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